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22 de janeiro de 2009

Fácil, fácil


Comprar massa folhada no super e cortá-la em quatro partes (tipo pizza);

Cortar a maçã em cubos pequenos e colocar um quaro no centro de cada porção de massa folhada;

Polvilhar com açucar (os amantes da canela podem pôr alguma em pó);

Colocar parte de um pau de baunilha, divido longitudinalmente,no centro com cuidado para que fique com a ponta de fora depois das dobras (explicadas a seguir);

Fechar o embrulho de maçã começando por dobrar a parte do circulo, depois o vértice e por último as duas abas que sobram;

Levar a forno quente durante 20 minutoos (mais ou menos);

Eu servi com fatias de gelado de nata e redução de vinho do Porto (ferver com o lume tão brando quanto possivel 1 garrafa de vinho com açucar e/ou mel - a minha redução levou 6 horas a fazer pelo que devem fazê-la antecipadamente e guardar).

26 de setembro de 2008

Tamboril com molho de caril e vagem de baunilha

Um prato básico na sua confecção e que costuma dar bons resultados.


1. "Fritar" o peixe em azeite e caril e umas pitadas de sal. Depois de pronto retirar o peixe e reservar;


2. Juntar um pacote de natas e o interiror raspado de meia vagem de baunilha ao azeite;


3. Lançar para o preparado as courgetes cortadas em tiras grossas, os tomates cereja cortados em metades e as folhas de espinafre. As courgetes levam mais tempo para ficarem suculentas. Já os tomates e os espinafres devem ser cozinhados apenas 2/3 minutos;


4. Para a base do prato recomentdo um arroz de alho. Ajuda na decoração e é o elemento neutro;


5. Colocar os legumes em cima do arroz e em cima destes, o tamboril;


6. Decorar com cebolinho e pimenta moída (na hora, claro).


Et voilá...

PS - A vagem de baunilha não e muito fácil de encontrar. No Porto, a Casa São Miguel na Rotunda da Boavista é uma certeza.

3 de setembro de 2008

Entrada prêt a porter

É só pegar num queijinho de mistura que se quer o menos curado possivel, exceptuando obviamente os frescos, regar com bom azeite e juntar oregãos e levar ao forno. O ovo estrelado está pronto a servir. Para a base tostas normais ou algo mais elaborado com azeite virgem e azeitona (ambas na foto).
Opcionalmente podem juntar alho picado ao azeite e um pouco de pimenta depois de retirarem do forno.

29 de agosto de 2008

Que me desculpe o Miguel

mas numa noite fresca de Verão, um Quinta do Carmo branco 2007 é mesmo uma delicia. Mesmo com rolha de plástico, ou lá o que aquilo é. Meet Miguel

26 de agosto de 2008

A horta

Um rapaz rude do campo como eu não pode ficar muito tempo longe da terra, terra igual a pó entenda-se. Vai daí, depois de 11 anos encurralado num apartamento decidi plantar uma pequena horta onde pudesse ir buscar ervinhas frescas para a paparoca. Não imaginam a trabalheira com a movimentação de terras, com os complicados sistemas de rega e até com a fortissima cerca em metal que montei... mas isso são águas passadas. Agora, tenho uma belissima plantação de basílico, salsa e oregãos.

As plantas foram compradas já moderadamente desenvolvidas pelo que passou pouco mais de uma semana e já se pode colher uma ou outra folha. Aproveitando a companhia e uma noite agradavel de verão regada com minis e carlsberg decidi fazer a estreia. Tostinahs de mozzarella com ervas frescas. A foto está uma merda como é normal mas acreditem que estavam boas e são facilimas de fazer.

1. torrar pão (de preferência torrá-lo no forno);

2. barrar o pão com um dente de alho cortado ao meio;

3. colocar a mistura de basilico e oregão frescos que foram antes picados (para mistura de sabores as ervas devem ser picadas juntas);

4. um fatia de mozzarella, sal e pimenta (pouca);

5. opcionalmente, podemos ainda colocar uma fatia de tomate (maduro mas duro).

Experimentem... a malta lá em casa aprovou.

12 de agosto de 2008

Abriu a época


Uma hora de rabo para o ar a levar com o mar na tromba e meia dúzia de escoriações com as quedas e escorregadelas nas rochas;

Aquecer na chapa ou numa frigideira normal;

Para o molho, manteiga, muito alho, sal e piri-piri (opcional);

Sumo de limão no fim.

16 de novembro de 2007

Adega do Fidalgo

Ainda não tinha feito qualquer referência à Adega do Fidalgo aqui no blog. Vai daí, ontem lembrei-me e saquei do telemovel para uma foto porque o pessoal gosta é de imagens. Hoje escrevo este post.

A Adega é o restaurante onde se come a melhor carne de boi. Não os conheço todos é verdade. Mas estou certo que não erro ao fazer esta afirmação. Situado em Aguada de Cima, mesmo em frente ao Vidal dos Leitões, o tal que assa leitões para a Rainha de Inglaterra, a Adega do Fidalgo é um restaurante de inspiração tradicional que tem aberto a porta a novas experiências nos tempos mais recentes. Aqui as grandes apostas são a qualidade dos ingredientes e uma grelha irrepreensivel. Ontem não me apeteceu carne. O Zé, aconselhou-me uma massa de gambas. Aconselhar não será o termo, comemos literalmente o que nos mandam. É o dono que escolhe e não o cliente. Estava óptima a massa. No fim, não consegui resistir e ainda comi um naco de carne. As fotos não fazem jus à comida, mas dão uma ideia. Para acompanhar, bebemos um Curriculum Vitae 2005 da Quinta Vale Dona Maria. Ainda novo e com demasiada vida mas já com a certeza de que não deixará mal vistos os predecessores.

Pena mesmo, foi ter acabado com a "minha" garrafa de vodka. Oferecida por um outro cliente e guardada na arca frigorifica há anos. Óptima com gelo, umas gotas de sumo de limão espremido directamente para o copo e uma colher de café.

15 de novembro de 2007

Crepes (ou um post para a Sanchita)

Cozinhar sempre foi um hobby para mim. Desde os tempos em que comecei a misturar ingrdientes num tacho ao lume em casa do meu vizinho Pedro vies, nunca mais parei. Mas andei sempre pelos salgados. Nunca me arrisquei nos doces. Muito porque não gosto especialmente de doces mas tambem porque não gosto muito de experiências e receio falhar. Mas ontem decidi arriscar. Para começar, tinha de escolher algo simples. Tentei fazer crepes. Escolhidas as cobaias e reunidos os ingredientes era tempo de fazer a mézinha. Fica aqui a receita. Guia para os principiantes e à espera de correcção dos mais experientes.

Mexer bem 100g de farinha com 2 ovos inteiros e 1 gema
Juntar 250ml de leite e 30g de manteiga derretida (acho suficiente)
Fazer os crepes numa sertã própria, sem os deixar queimar (eu optei por colocar a massa com o lume forte e passá-lo imediatamente para o mínimo)

Para o recheio comprei gelado de nata e framboesa. Como tambem estava a comprar para a pensão da Zórinha, vulgo casa dos pais, acabei por trocar e trouxe para cá nata e noz. Não ficaram mal apesar de demasiado conservadores. Por cima chocolate quente (chocolate de culinária, manteiga e leite nas proporções que mais gostar e consoante o queira mais liquido ou mais grosso). Juntei ainda chantilly para os mais gulosos.
Ficam as fotos. Já com um pratinho diferente, não vá o menino Rogério dizer mal.

3 de novembro de 2007

Dia 1 - sexta

A vida em Foz Côa corre a uma velocidade diferente. Não existe a palavra pressa e o Alentejo parece estar mesmo aqui ao lado. Depois uma volta matinal pelas imediações decidimos fazer um piquenique no parque de merendas. A vista é arrebatadora. Os montes durienses são lindos nesta altura do ano e a paz reina. Para a ementa, espetadas na brasa com salada “grega”. Para as espetadas, carne de boi e peru em marinada de iogurte grego, vinagre, azeite, alho e sumo de limão, temperados com sal e pimenta. A carne de peru é envolvida em bacon. O pão é frito em azeite, alho e orégãos. Depois é colocar tudo no pauzinho com cebola e pimento. Estava tudo uma delicia. Thank’s Pedro.

24 de outubro de 2007

Afertnoon meal...

...em 4 passos simples.


Alourar o alho em azeite

Fritar os cogumelos em quartos

Retirar e fritar tiras finas de presunto

Servir com tomate e cebola

28 de setembro de 2007

A apanha do camarão e dos meninos de tenazes

O Marisco é uma das riquezas da nossa costa. Na lota ou nos restaurantes. Nos cafés até, faz as nossas delicias. Ontem, foi diferente. Lançaram-me o desafio de o apanhar. Diziam que no molhe do Porto de Aveiro era fácil e trazíamos uns quilos. Aceitei prontamente. Com o meu pai e mais uma malta da fábrica lá fomos.


Calhou-me a mim fazer o jantar. Coelho no churrasco com molho de massa de pimento e alho. Pequeninos e tostadinhos, estavam uma delicia. Tivemos de comer à pressa porque tínhamos de apanhar o barco que nos levava até ao triângulo interior do Porto.


O barco não era mais que amontoado de tábuas e motor que nos transportou 30 metros que nos passou para a outra margem. Já lá, isolados do mundo, lá andámos por entre as rochas, à procura das navalheiras e das sapateiras. Na água, estava o camarão da costa, o meu objectivo. Segundo diziam os entendidos, a água estava turba, eu confirmo; - não via nada, e muito baixa. Era dia mau para a apanha. Mesmo assim, trouxemos o suficiente para justificar o investimento de tempo. Um quilo e duzentos de camarão da costa, que rapidamente cozemos e comemos, perto de duzentas navalheiras e 6 sapateiras de tamanho aceitável.

A próxima vez, está já marcada. Esperemos que corra melhor…
peço desculpa pela foto mas o vapor que ainda saía da cozedura não deixou que saísse melhor...

26 de setembro de 2007

A Travessa

A Travessa é um restaurante no Bairro da Madragoa, que situado num antigo convento. Instalado numa das alas, ocupa ainda parte do pátio interior com uma esplanada bastante agradável. Inspirado na cozinha belga e tradicional, com toques de nouvelle cuisine é um sítio de passagem obrigatória para os amantes da boa comida.

Um staff novo e extremamente simpático conduz-nos pelas entradas enquanto escolhemos o prato principal. Experimentámos o carpaccio de bacalhau, os pimentos padron, as ovas de peixe-galo com balsâmico, secretos de porco preto laminados e queijo de ovelha panado com doce de abóbora. A apresentação era divinal mas o que definitivamente nos prende é o seu apurado sabor.

Para prato principal andámos entre carne de Touro Bravo, Tamboril flamejado e Peixe-galo com cogumelos selvagens (a minha escolha). Tudo acompanhado por batata salteada em azeite, legumes salteados, puré de nabo, esparregado e arroz selvagem.

A sobremesa foi comum. Fruta laminada combinada com um misto de doces. Creme de cassis, mousse de figo, bolo de chocolate com amêndoa, praliné de chocolate e sorbet de queijo com abóbora.

A carta dos vinhos não é muito extensa mas encontram-se boas hipóteses. A nossa escolha foi para o Vale Dona Maria branco 2006 e para o Campo Ardosa 2004. Nos champagnes as opções são ainda mais reduzidas, apenas dois, na batalha saiu vencedor o Moet brut imperial.

Quanto a preços, é classificado pelo Essential Guide of Lisbon como classe 4 (dos 90 aos 110) mas é possível comer por menos. A nossa refeição, sem nos privarmos, é a prova.

Se puderem dêem lá uma saltada. Não se arrependerão certamente...

9 de setembro de 2007

restos não são uma alimentação correcta...


Hoje para o jantar tenho a mesma picanha de ontem acompanhada com o mesmo arroz de alho de ontem e feijão preto de ontem tambem. Para variar, e porque vou sair só com amigos, optei por picanha ao alho…

Vale(u) a pena a visita...

Depois de uma noite agitada como a de ontem e de uma tardada fantástica de praia, o que apetecia mesmo era ficar em casa e fazer uma patuscada. Não havia nada em casa para fazer e também não me imaginava nada que verdadeiramente me apetecesse comer. Aceitei o convite dos meus pais e fui com eles até ao Mercado do Peixe da Costa Nova. Para quem não conhece, é um mercadinho pequeno, com umas 16 bancas onde se encontra quase todo o tipo de peixe que o mar aqui da zona dá. Divididas entre os peixes e os mariscos, expõem o melhor que o mar lhes deu na faina da madrugada passada. A oferta, vai por isso variando de dia para dia. Contudo, robalo e dourada de aquicultura são sempre certos, assim como os importados (red-fish e polvo) e os tradicionais carapau e sardinha. Nas bancas de marisco dá sempre para comprar o camarão da costa, fantástico, ou os maiorzinhos. Até o Eusébio tem sorte, - tremoços, amendoins e pevides nunca faltam. Não sou fã de camarão, tirando obviamente o da costa e por isso para pouco tempo à frente de tais bancas. Mas hoje, numa senhora que conheço por me vender o tal camarão, pasmei a olhar para umas lapas que lá estavam. Segundo a mesma, tinham acabado de chegar, - uma coisa é certa, ainda se mexiam. Não hesitei e trouxe um quilo para provar. No embalo, comprei também uns choquinhos e telefonei à rapaziada. Como há esquisitinhos lá pelo meio, tive de pedir para me tirarem a tinta dos chocos. E assim foi, em vez de jantar optámos por um lanche alargado. Fomos comendo, conversando e bebendo umas minis. No fim, ainda houve espaço para uma picanha. Desenjoámos com gelado e digerimos tudo sentados à mesa a jogar uma cartada.

(Aqueci as lapas na chapa, com molho de manteiga com muito alho. Servi-as com muito sumo de limão. Os chocos foram grelhados na chapa e cobertos de molho verde)

Agora, é hora de deitar. Amanhã há Fórmula 1.

7 de setembro de 2007

Ovos mexidos


O Verão veio mesmo para ficar e está uma tosta do raio. Não apetece comer nada muito substancial. Uma refeição ligeira para poder dar um mergulho à vontade suficiente no entanto para aguentar uma tarde de praia. Estava mesmo cheio de fome quando acordei... Abri o frigorifico e não tinha nada de jeito. Tinha de inventar qualquer coisa ou sjeitar-me a uma sandes na praia. Desta vez decidi fazer ovos mexidos. Gosto de os fazer porque não dão trabalho e dão para inventar comó raio.
Salteio sempre cebola e alho, pouco e muito picadinho, em manteiga. Junto tambem umas tiras de pimento para cortar o doce da manteiga e dos ovos. Como estava mesmo com fome tinha de colocar algo mais trincavel. Por sorte ainda havia um restinho de chouriça de Foz Côa, sem gordura e bem fumada. Para além de dar um sabor fantástico evita o Sal, já tem que chegue. Os ovos temperei-os com pimenta e oregãos com pétalas de roseira brava. Por pura preguiça decidi juntá-los na sertã e foi sempre a andar. Se os juntarmos ao refugado em pequenas quantidades em camadas, ficamos com os ovos parecidos com claras em castelo. Para acompanhar, alface lá de casa só com um fio de azeite de canela e uma fatia de queijo de cabra moderadamente curado.

4 de setembro de 2007

Ode ao gourmet...


Já há algum tempo havia prometido ir ver o Ratatouille. Não fui. Prometi mas não cumpri. Nada de novo. Mas hoje fui. Mais uma vez fui à tarde e mais uma vez apanhei a versão Portuguesa. Desta vez culpa do cinecartaz do Público. Eles bem que dizem que não se responsabilizam por incorrecções. Fizessem-no eles e estaria certamente a esta hora no Norteshopping no Quisoque do Público a pedir os meus 5 euros e 40 (tá caro ver cinema em Aveiro)…

O filme é bom. A animação é diferente de tudo o que já se viu. As piadas são inteligentes e a palavra gourmet anda por todo o lado. Vi pela primeira vez um humano a ser controlado, literalmente controlado, por um rato. Não confundir com humanos maricas em cima de bancos. O filme vale mesmo a pena e a curta que o precede é do melhor que já vi… o sentido de humor Pixar continua bem presente. Recomendam-se ambos.

Quando um filme que fala de comida, boa comida e acaba às 20 e 30 é ordem jantar. O Centenário, casa de tradição na cidade, foi a escolha. É preciso chegar ao prato principal para se perceber que é efectivamente um grande restaurante. A carne é muito boa. Bife de Pimenta, de alho ou o fantástico bife Wellington com carne de Kobe. A sopa de peixe é sempre de experimentar tambem. Para entrada amêijoas à Bulhão Pato (não de muito boa qualidade mas magistralmente trabalhadas) e um carpaccio de carne.

Tempo de entrar no carro e seguir para o Porto. Afinal, hoje volta o Clube dos Pinguins. No caminho até ao carro ainda há tempo de usufruir dos 25 graus, sem ponta de vento e dos belos canais da Ria de Aveiro…

3 de setembro de 2007

Mais uma noite, mais um jantar...


O jantar impunha-se de festa. Afinal, ainda não estou a fazer nada. Motivo de festa. Percebes, apanhados ontem, e natinhas da Atlântida viajaram da Costa em direcção a Águeda. À espera estava um belo frango criado na capoeira, para não fugir à verdade era meio frango, com puré caseirinho e ervilhas da aldeia. Como diria a minha bisavó, comemos bem, mas bem.

Para acompanhar os percebes Rosemount Chardonnay. Para o frango foi escolhido um Dão com um toque de Douro, Munda de seu nome.

A apanha do percebe


Nunca fui demasiado responsável. Acho mesmo que andei sempre no limiar do irresponsável. Mas nunca faltei a um compromisso. Ligeiramente atrasado, não nas melhores condições, pouco preparado. Enfim, sempre apareci mas nem sempre a 100%. Hoje repetiu-se. Tinha prometido ao Dr. Miranda ir apanhar percebes para uma praiinha que conhecemos (o nome fica obviamente no segredo dos Deuses). Já lhe dei desilusões demais para ainda juntar esta. Tinha mesmo de me levantar. Depois do menu das 4 e 5 (post abaixo) está bom de ver que a tarefa não foi nada fácil. Mas consegui. E consegui muito mais do que isso. Descobri a cura para a ressaca. Nada como levar com uma ondinha por cima para acordar e avançar umas horas no processo de ressaca. Mas valeu a pena. Sem grande exactidão, foram para aí uns 7 quilos depois de limpos.

Sestinha à tarde e cozinhá-los para o lanche. Foi só juntar umas bock’s e estava aí mais um domingo de glória.

2 de setembro de 2007

Menu das 4 e 5


Pera Manca 1997



servir à temperatura


com caldo-verde


e uma rodela de chouriça.






thank's buddy...

17 de agosto de 2007

Não é um pratinho de caracois mas... estava uma delicia


Deu-me a fome e tinha de fazer uma sandes. Quis a sorte que o frigorifico estivesse bem composto. Desde já o agradecimento à mamã e ao Tomás. Optei por uma sandes leve e diferente. Pão caseiro, mozzarela com pimenta 5 bagas, salmão fumado, camarão da Costa Nova e rucola selvagem regada com este azeite fantástico de canela (com gengibre e pimenta jamaicana) idealizado pelo chefe Vitor Sobral. Achei que ficou com tão bom aspecto que era justo trazê-la para a ribalta...