até sexta Maneló
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16 de janeiro de 2008
14 de dezembro de 2007
6 de dezembro de 2007
19 de novembro de 2007
Parabéns Zé
Festa Dream Girls - estação da luz - foto de um dos espectaculos que animaram a noitemais fotos a partir de quarta no site da estação da luz
14 de novembro de 2007
Noites de escrita surrealista no Pinguim
O Pinguim café promove todas as quartas uma noite de escrita surrealista. As regras são poucas e simples. Cada um deve escrever duas frases no papel. Uma é tapada com uma dobra na folha e a outra serve de mote às duas frases seguintes. Depois é só repetir o procedimento até chegar ao fim da folha. Está pronto o cadáver esquisito, nome carinhosamente atribuído às obras que se vão escrevendo. Todos os cadáveres são recitados pela voz de Rui Spranger. Com o condão de transformar Fernandos em Pessoas é um prazer, e volta e meia uma risota, ouvi-lo. Aqui fica um dos cadáveres esquisitos da semana passada e o convite para que apareçam.

18 de outubro de 2007
2 de outubro de 2007
Venham mais cinco...
...é o nome da campanha que o Clube dos Pinguins lançou na busca de novos apaixonados. A partilha de paixões está-nos no sangue e contagia qualquer um. Apareça. Todas as terças, às 22 e 30 no Pinguim cafe.
spot na barra da direita
2 de setembro de 2007
16 de agosto de 2007
4 de agosto de 2007
Volta Aveiro, tás perdoada
Sair à noite no Algarve é cada vez mais difícil. Não porque não existam espaços nocturnos, - eles abundam. Mas fundamentalmente porque não têm qualidade.
Ontem voltei a sair da toca e dei um pulinho à Marina. Encontrámo-nos para beber um café e juntar a malta num dos bares mais antigos, o Normandia. À porta um cartaz anuncia mais de oitenta cervejas, - e está correcto, em nenhum lado está escrito que têm de ser diferentes. É para sentar, os primeiros já tinham chegado e portanto pouparam-me a provação de esperar por mesa. Nesta altura arranjar uma mesa é quase tão difícil quanto fazer reserva no El Bulli. Depois de acomodado, arranjar cadeira levou-me aí uns cinco minutos, quase que me pegava com a empregada. Vodka tinha, marca Bacardi. Absolut era uma miragem. No fim lá consegui pedir uma Smirnoff tónica, que ela prontamente anotou, não fosse esquecer-se no caminho até ao balcão. Até sairmos ainda tive de ver um cão, presumo eu porque não ultrapassava os 15 centímetros, que faz mais sucesso que o Cacau. Mas lá relevei, afinal estou de férias e não me posso arreliar com estas coisas. As meninas estavam mortinhas por ir à Casa Nikky, a última coqueluche da noite de Vilamoura. Nada contra. Pelo menos até lá chegar. Uma porteira de morrer, uma passadeira vermelha e nada de cartões ou consumos obrigatórios. Prometia. Prometia muito mas… pura desilusão. Mal atravessávamos a passadeira vermelha entrávamos para um hall que dava direitinho a umas escadas. Subimos e fomos imediatamente enfiados numa sala, minto, num barracão com cortinas a toda a volta. A decoração até nem era desengraçada mas em pleno Agosto enfiar-me numa sala que mais parecia preparada para um Congresso Herbalife em apoio a Carmona, não faz muito o meu género. Salvou-se a vodka, muito bom gosto na escolha, - Grey Goose e um saxofonista que tocava por cima da merda que o dj passava.
Conclusão, acho que vai demorar até me aventurar fora de portas.
Conclusão, acho que vai demorar até me aventurar fora de portas.
20 de julho de 2007
20 anos depois...
Começa hoje o fim de semana de comemoração dos 20 anos da estação da luz. São poucas as casas que estão há 20 anos abertas e contam-se pelos dedos as que ainda têm a mesma gerência. A Estação preeenche estes dois requisitos e muitos mais. Perceba porquê nesta sexta ou sábado. Ou em qualquer outro dia...
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