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8 de setembro de 2008
15 de agosto de 2008
É só uma teoria
O Expresso noticia hoje mais uma batota dos organizadores dos Jogos Olimpicos 2008. Depois do fogo de artificio feito entre quatro paredes e de uma menina que encantou mas não cantou, agora surge a noticia de que as 56 crianças de supostamente 56 etnias chinesas eram afinal todas da etnia han. Isto leva-me a concluir que estes vão ser mesmo os jogos do faz de conta. E fico com dúvidas. Será que Phelps já bateu todos aqueles records e superou mesmo o amontoado de ouro do Museu de Fátima? E Portugal? Se calhar já ganhou umas medalhitas e nós não soubémos de nada...
Se não gostou e é masoquista, experimente estes
Desporto,
devaneios de um bêbedo,
Pequim 2008
24 de outubro de 2007
Uma manhã QUASE perfeita
A esta hora já se trabalha pelo que o meu e-mail já deve estar entupido de pornografia. Fica a faltar o pequeno-almoço. Alguem se oferece?
23 de setembro de 2007
40 graus à sombra...
O Blog do GRaNel embebedou-se feio. Feio mesmo. O blog está temporariamente fechado. Montalegre, post abaixo, está em risco.
Se não gostou e é masoquista, experimente estes
devaneios de um bêbedo,
pessoal e intransmissivel
19 de setembro de 2007
Determinado é pouco para me descrever
Notei hoje, o quão sou determinado, quando escrevi na agenda "encontrar cartões multibanco" e não "procurar cartões multibanco".
A esta hora ainda não os encontrei, mas isso agora não interessa nada.
Se não gostou e é masoquista, experimente estes
devaneios de um bêbedo,
pessoal e intransmissivel
18 de setembro de 2007
às vezes pergunto-me...
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desabafos,
devaneios de um bêbedo,
Heroínas,
pessoal e intransmissivel
6 de setembro de 2007
Empreendorismo
"Temos um pequeno negócio, eu e a minha esposa. Aproveito para mandar um bejinho à prima (h)Erô que nos apresentou. Gerimos ao todo 40 lugares de estacionamento espalhados pela zona baixa da cidade e chegamos a parquear 500 viaturas por dia. Estamos bem..."
5 de setembro de 2007
A masturbação e a internet

A revista Gina, o saudoso canal 26 ou qualquer outro canal que oferecesse um seio desnudado, companheiros de muitas e boas masturbações são coisas do passado. A Internet veio matar todos esses pequenos prazeres. Sou um purista nestas coisas. Não gosto da Internet mas há que reconhecer que aumentou a destreza dos homens. Com a mão direita ocupada com o rato, há que desenvolver capacidades e treinar a mão esquerda…
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9 de agosto de 2007
Eu, no mundo dos Simpsons
Não tinha mais nada para fazer e decidi ir ao site dos Simpsons - The Movie. Uma das hipóteses é fazermos o nosso avatar. Eu não consegui nada melhor que isto que aqui veêm. Tentem vocês...
5 de agosto de 2007
E os direitos? Quem paga?
"Não creio em Deus mas, se existisse, seria uma tragédia, por causa do meu cadastro"
Li esta frase num livro. Usam-me como modelo e nem dizem nada?
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Bocas da reacção,
devaneios de um bêbedo
2 de agosto de 2007
O Português Médio
Quando escrevi este post desabafo, fiquei com a sensação que o devia desenvolver. Mas quis a falta de tempo que o não fizesse. Agora, e no descanso das férias, com tempo e disposição não posso deixar de apresentar a teoria do Português Médio. Teoria que venho a desenvolver há algum tempo nomeadamente, quando bebo uns copos e me sento a falar de sociedade ou politica.
Importa antes de mais caracterizá-lo. O Português Médio é uma franja ainda grande da sociedade que tal como o nome indica, ocupa uma posição central, embora possa estar mais perto de um ou de outro extremo. O Português Médio está bem acima do limiar de pobreza e suficientemente distante da riqueza. Tem um emprego fixo e estável, sempre por conta de outrem ou controla micro/pequenas empresas. É socialmente aceite e apoia o topo da sociedade ao mesmo tempo que conhece a situação e tenta ajudar os extractos mais baixos. Tem uma apetência grande pelos bens imóveis e os (poucos) incentivos à poupança têm nele sempre eco.
O retrato que acabei de fazer é mais ou menos o de um Português modelo. É evidente que o Português Médio real não preenche um ou outro destes requisitos. Imagine Portugal se tal acontecesse… seríamos um país quase perfeito. Mas não somos. Das inúmeras razões para o não sermos está desde logo na forma como o Português Médio é tratado. Ele é o alvo preferencial. Do Português Baixo, do Português Alto e mesmo do Estado nas suas mais diversas formas.
É o Português Médio que sustenta e põe o país a funcionar. Porque é ele que verdadeiramente trabalha, quase sempre com grandes responsabilidades dentro da organização, não traduzidas em salário. Porque é ele que paga uma grande fatia do IRS recebido pelo Estado. A sua condição de trabalhador por conta de outrem, muitas vezes por conta do próprio Estado, faz com que pague impostos sobre tudo o que, realmente, aufere. Porque é ele o garante da esmagadora maioria das Associações deste país, ajudado financeiramente pelo Português Alto e contando com a ajuda caso o solicite do Português Baixo para quem as associações são maioritariamente vocacionadas (quando se fala aqui em Associações retiram-se todas as mediáticas, essas estão ao serviço do Português Alto no seu caminho para a fama). Porque o Português Médio paga voluntariamente todas as suas obrigações. E fá-lo não porque concorde mas porque não pode fugir como o Português Alto (que usa o seu poder para contornar o sistema) e como o Português Baixo (que por não ter meio de pagar não o faz e vai empancando a máquina que cobra). Porque é ele o mais vulnerável na justiça. Não tem os meios para a contornar como o Português Alto e ao contrário do Português Baixo, preocupa-se com os bens que tem e com a imagem na sociedade.
Podia continuar e desenvolver mais este texto mas acho que a ideia principal já passou. E afinal, eu serei um Português Médio no futuro. Que como todos os Portugueses Médios estão de férias em Agosto (não podem ir à época alta Brasileira nos nossos meses de frio como o Português Alto mas também não ficam em casa à espera de melhores dias como o Português Baixo) e a piscina já chama…
O retrato que acabei de fazer é mais ou menos o de um Português modelo. É evidente que o Português Médio real não preenche um ou outro destes requisitos. Imagine Portugal se tal acontecesse… seríamos um país quase perfeito. Mas não somos. Das inúmeras razões para o não sermos está desde logo na forma como o Português Médio é tratado. Ele é o alvo preferencial. Do Português Baixo, do Português Alto e mesmo do Estado nas suas mais diversas formas.
É o Português Médio que sustenta e põe o país a funcionar. Porque é ele que verdadeiramente trabalha, quase sempre com grandes responsabilidades dentro da organização, não traduzidas em salário. Porque é ele que paga uma grande fatia do IRS recebido pelo Estado. A sua condição de trabalhador por conta de outrem, muitas vezes por conta do próprio Estado, faz com que pague impostos sobre tudo o que, realmente, aufere. Porque é ele o garante da esmagadora maioria das Associações deste país, ajudado financeiramente pelo Português Alto e contando com a ajuda caso o solicite do Português Baixo para quem as associações são maioritariamente vocacionadas (quando se fala aqui em Associações retiram-se todas as mediáticas, essas estão ao serviço do Português Alto no seu caminho para a fama). Porque o Português Médio paga voluntariamente todas as suas obrigações. E fá-lo não porque concorde mas porque não pode fugir como o Português Alto (que usa o seu poder para contornar o sistema) e como o Português Baixo (que por não ter meio de pagar não o faz e vai empancando a máquina que cobra). Porque é ele o mais vulnerável na justiça. Não tem os meios para a contornar como o Português Alto e ao contrário do Português Baixo, preocupa-se com os bens que tem e com a imagem na sociedade.
Podia continuar e desenvolver mais este texto mas acho que a ideia principal já passou. E afinal, eu serei um Português Médio no futuro. Que como todos os Portugueses Médios estão de férias em Agosto (não podem ir à época alta Brasileira nos nossos meses de frio como o Português Alto mas também não ficam em casa à espera de melhores dias como o Português Baixo) e a piscina já chama…
23 de julho de 2007
Nem os cifrões de Sócrates me convencem
Ainda para aí tudo a dizer que vai fazer bebés para ganhar uns trocados. Eu candidato-me a todas quantas não queiram ter filhos. Pobre mas consolado...
20 de julho de 2007
20 anos depois...
Começa hoje o fim de semana de comemoração dos 20 anos da estação da luz. São poucas as casas que estão há 20 anos abertas e contam-se pelos dedos as que ainda têm a mesma gerência. A Estação preeenche estes dois requisitos e muitos mais. Perceba porquê nesta sexta ou sábado. Ou em qualquer outro dia...30 de junho de 2007
Inauguração II
Um homem, principalmente os da minha espécie, têm uma tendência terrivél para se ocuparem ao chegar a casa. Do tradicional chichi, à arrojada masturbação, passando pela casual sandes/assalto ao frigorifico e a obrigatória escova de dentes, tudo é possivel. Estou numa dessas fases. Estou no auje. A sério. Juro que estou no auje. Mas não, hoje não me masturbo. Tenho um blog novo, tenho mesmo, a prova está aqui. Logo, hipotequei todas as minhas as acções arrojadas.
Este é o post possivel de alguem que a esta hora já está (como se fosse cedo) ébrio.
Este é o post possivel de alguem que a esta hora já está (como se fosse cedo) ébrio.
Ainda que discreta, fica a cerimónia de inauguração...
Champagne... Champagne? Eu bebi foi vodka. Tónica. Sempre tónica. Mas que se lixe... não é relevante. As fitas estão cortadas.
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