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3 de dezembro de 2007

Graçolas da blogosfera.

Recebi esta mensagem há bocado. Já não basta esta vida ainda tenho de levar com os gozões.
"Espero que a baixa produção no blog signifique apenas que estás a curtir a vida. Tudo bem? Abraço."
Eu estou é a trabalhar caralho...

21 de novembro de 2007

Para o cegueta

a p&b para não ferir muito a vista

e ao vivo e a cores

19 de novembro de 2007

Parabéns Zé

Festa Dream Girls - estação da luz - foto de um dos espectaculos que animaram a noite

mais fotos a partir de quarta no site da estação da luz

15 de novembro de 2007

Crepes (ou um post para a Sanchita)

Cozinhar sempre foi um hobby para mim. Desde os tempos em que comecei a misturar ingrdientes num tacho ao lume em casa do meu vizinho Pedro vies, nunca mais parei. Mas andei sempre pelos salgados. Nunca me arrisquei nos doces. Muito porque não gosto especialmente de doces mas tambem porque não gosto muito de experiências e receio falhar. Mas ontem decidi arriscar. Para começar, tinha de escolher algo simples. Tentei fazer crepes. Escolhidas as cobaias e reunidos os ingredientes era tempo de fazer a mézinha. Fica aqui a receita. Guia para os principiantes e à espera de correcção dos mais experientes.

Mexer bem 100g de farinha com 2 ovos inteiros e 1 gema
Juntar 250ml de leite e 30g de manteiga derretida (acho suficiente)
Fazer os crepes numa sertã própria, sem os deixar queimar (eu optei por colocar a massa com o lume forte e passá-lo imediatamente para o mínimo)

Para o recheio comprei gelado de nata e framboesa. Como tambem estava a comprar para a pensão da Zórinha, vulgo casa dos pais, acabei por trocar e trouxe para cá nata e noz. Não ficaram mal apesar de demasiado conservadores. Por cima chocolate quente (chocolate de culinária, manteiga e leite nas proporções que mais gostar e consoante o queira mais liquido ou mais grosso). Juntei ainda chantilly para os mais gulosos.
Ficam as fotos. Já com um pratinho diferente, não vá o menino Rogério dizer mal.

14 de novembro de 2007

Noites de escrita surrealista no Pinguim

O Pinguim café promove todas as quartas uma noite de escrita surrealista. As regras são poucas e simples. Cada um deve escrever duas frases no papel. Uma é tapada com uma dobra na folha e a outra serve de mote às duas frases seguintes. Depois é só repetir o procedimento até chegar ao fim da folha. Está pronto o cadáver esquisito, nome carinhosamente atribuído às obras que se vão escrevendo. Todos os cadáveres são recitados pela voz de Rui Spranger. Com o condão de transformar Fernandos em Pessoas é um prazer, e volta e meia uma risota, ouvi-lo. Aqui fica um dos cadáveres esquisitos da semana passada e o convite para que apareçam.


7 de novembro de 2007

O Telmo (ou o Café Apollo)

Lembro-me da primeira vez em que lá entrei a acompanhar o meu pai.
Lembro-me do meu pai a jogar bilhar nas tardes de domingo e eu nos matrecos sem quase ter altura para ver a bola.
Lembro-me das bebedeiras que impingiam ao Ripinhas.
Lembro-me do dono. O Telmo, alto e de cabelos brancos.
Lembro-me da sua morte.
Lembro-me da chegada do Fernando.
Lembro-me das intermináveis noites em que os mais velhos jogavam fodinha ou uma lerpazita.
Lembro-me das garrafas de whisky a 5 contos só para manter a porta aberta.
Lembro-me da monumental despedida e da chegada do Zé.
Lembro-me das rodadas de 50 finos.
Lembro-me das conversas sobre tudo e sobre nada.
Lembro-me de esperar meia hora por um fino.
Lembro-me dos panados mistos e das bifanas sempre em falta.
Lembro-me do nascimento dos míudos.
Lembro-me das obras.

Hoje foi a última noite… o café da minha rua vai fechar. Ficam as memórias.

5 de novembro de 2007

Fim de semana em Foz Côa

Há muito de Pinguim na amizade...

3 de novembro de 2007

Dia 2 - Sábado - Foz Côa, Freixo de Numão e Moncorvo

Por aqui a beleza natural é o prato do dia. Os montes conquistaram-me. Mas há mais. Os centros históricos e as inúmeras escavações abertas nesta zona são de visita obrigatória. As fotos são mesmo só para dar uma ideia. Vale mesmo a pena visitar.

Foz Côa vistra do Castelo Velho de Freixo de Numão



















Igrejas de Vila Nova de Foz Côa e de Torre de Moncorvo

Torre de vigia e miradouro do Castelo Velho. Solar da Casa Grande onde está instalado um Museu com antropologia e etnografia da zona

Dia 1 - sexta

A vida em Foz Côa corre a uma velocidade diferente. Não existe a palavra pressa e o Alentejo parece estar mesmo aqui ao lado. Depois uma volta matinal pelas imediações decidimos fazer um piquenique no parque de merendas. A vista é arrebatadora. Os montes durienses são lindos nesta altura do ano e a paz reina. Para a ementa, espetadas na brasa com salada “grega”. Para as espetadas, carne de boi e peru em marinada de iogurte grego, vinagre, azeite, alho e sumo de limão, temperados com sal e pimenta. A carne de peru é envolvida em bacon. O pão é frito em azeite, alho e orégãos. Depois é colocar tudo no pauzinho com cebola e pimento. Estava tudo uma delicia. Thank’s Pedro.

10 de outubro de 2007

Até sexta Maneló...

28 de setembro de 2007

A apanha do camarão e dos meninos de tenazes

O Marisco é uma das riquezas da nossa costa. Na lota ou nos restaurantes. Nos cafés até, faz as nossas delicias. Ontem, foi diferente. Lançaram-me o desafio de o apanhar. Diziam que no molhe do Porto de Aveiro era fácil e trazíamos uns quilos. Aceitei prontamente. Com o meu pai e mais uma malta da fábrica lá fomos.


Calhou-me a mim fazer o jantar. Coelho no churrasco com molho de massa de pimento e alho. Pequeninos e tostadinhos, estavam uma delicia. Tivemos de comer à pressa porque tínhamos de apanhar o barco que nos levava até ao triângulo interior do Porto.


O barco não era mais que amontoado de tábuas e motor que nos transportou 30 metros que nos passou para a outra margem. Já lá, isolados do mundo, lá andámos por entre as rochas, à procura das navalheiras e das sapateiras. Na água, estava o camarão da costa, o meu objectivo. Segundo diziam os entendidos, a água estava turba, eu confirmo; - não via nada, e muito baixa. Era dia mau para a apanha. Mesmo assim, trouxemos o suficiente para justificar o investimento de tempo. Um quilo e duzentos de camarão da costa, que rapidamente cozemos e comemos, perto de duzentas navalheiras e 6 sapateiras de tamanho aceitável.

A próxima vez, está já marcada. Esperemos que corra melhor…
peço desculpa pela foto mas o vapor que ainda saía da cozedura não deixou que saísse melhor...

27 de setembro de 2007

Repararam na constituição das equipas?

Ainda ia no carro quando ouvi a constituição das equipas. Fiquei logo assustado. O Fátima tambem tem um Nuno Gomes, mas está sentado no banquinho. Vi logo que não nos podia correr bem. Mais tarde, familiares e amigos, leia-se cromos a gozarem, confirmaram a catástrofe.

21 de setembro de 2007

Herman José

Nunca fui um grande fã de Herman José. Via os seus programas, há longos anos, porque não existiam alternativas. Deixei por completo de ver quando se mudou para a SIC e baixou o nivel para patamares, até ali nunca vistos em televisão. Sempre que estreia um programa novo, não vejo nem tenho curiosidade. Não gosto do homem portanto. Mas confesso que me escaquei a rir quando recebi este video por mail...


obrigado smartdrink

15 de setembro de 2007

das idioten XXVI

Esta frase foi dita por um amigo com toda a convicção e orgulho. Nem o pifo lhe serve de atenuante.

"Vocês sabem que desde pequenino sempre foi a minha paixão decorar as tabelas [de preços dos carros]."

12 de setembro de 2007

Coisa feia a inveja...


Uns, leia-se eu, a trabalhar no duro e outros no bem bom. Não basta saber que estiveram em Nova York ainda vou ter de aguentar os 10 dias deles na Florida. Não é justo... Mesmo assim, e roidinho de inveja (lol), boas férias e divirtam-se...

9 de setembro de 2007

Vale(u) a pena a visita...

Depois de uma noite agitada como a de ontem e de uma tardada fantástica de praia, o que apetecia mesmo era ficar em casa e fazer uma patuscada. Não havia nada em casa para fazer e também não me imaginava nada que verdadeiramente me apetecesse comer. Aceitei o convite dos meus pais e fui com eles até ao Mercado do Peixe da Costa Nova. Para quem não conhece, é um mercadinho pequeno, com umas 16 bancas onde se encontra quase todo o tipo de peixe que o mar aqui da zona dá. Divididas entre os peixes e os mariscos, expõem o melhor que o mar lhes deu na faina da madrugada passada. A oferta, vai por isso variando de dia para dia. Contudo, robalo e dourada de aquicultura são sempre certos, assim como os importados (red-fish e polvo) e os tradicionais carapau e sardinha. Nas bancas de marisco dá sempre para comprar o camarão da costa, fantástico, ou os maiorzinhos. Até o Eusébio tem sorte, - tremoços, amendoins e pevides nunca faltam. Não sou fã de camarão, tirando obviamente o da costa e por isso para pouco tempo à frente de tais bancas. Mas hoje, numa senhora que conheço por me vender o tal camarão, pasmei a olhar para umas lapas que lá estavam. Segundo a mesma, tinham acabado de chegar, - uma coisa é certa, ainda se mexiam. Não hesitei e trouxe um quilo para provar. No embalo, comprei também uns choquinhos e telefonei à rapaziada. Como há esquisitinhos lá pelo meio, tive de pedir para me tirarem a tinta dos chocos. E assim foi, em vez de jantar optámos por um lanche alargado. Fomos comendo, conversando e bebendo umas minis. No fim, ainda houve espaço para uma picanha. Desenjoámos com gelado e digerimos tudo sentados à mesa a jogar uma cartada.

(Aqueci as lapas na chapa, com molho de manteiga com muito alho. Servi-as com muito sumo de limão. Os chocos foram grelhados na chapa e cobertos de molho verde)

Agora, é hora de deitar. Amanhã há Fórmula 1.

3 de setembro de 2007

Mais uma noite, mais um jantar...


O jantar impunha-se de festa. Afinal, ainda não estou a fazer nada. Motivo de festa. Percebes, apanhados ontem, e natinhas da Atlântida viajaram da Costa em direcção a Águeda. À espera estava um belo frango criado na capoeira, para não fugir à verdade era meio frango, com puré caseirinho e ervilhas da aldeia. Como diria a minha bisavó, comemos bem, mas bem.

Para acompanhar os percebes Rosemount Chardonnay. Para o frango foi escolhido um Dão com um toque de Douro, Munda de seu nome.

Não há amor como o primeiro

roubado aqui

24 de agosto de 2007

This is the day (after)

Porque ontem foi quinta-feira...

um post com óbvia dedicatória.

15 de agosto de 2007

Feriado em Pedronhe

O desafio era pegar na trouxa e ir passar dois a Pedronhe, uma aldeiazinha em pleno Caramulo, já no lado Oeste da Serra. Com malta porreira e com um cozinheiro de mão cheia pelo meio era irrecusável. Hit the road. Uma viagem tranquila pela A25 e meia dúzia de Kms à Colin McRae (há um cotovelo que é delicioso – primeira puxadinha e é vê-lo deslizar pelo asfalto). A casa (1, 2, 3 e 4), isolada de tudo o que lembre a civilização era fantástica e preserva ainda traços originais. Dar uma voltinha para ambientar e começar a assentar arraiais.

Preocupação primeira à chegada, colocar as mines no frio. Preocupação segunda, preparar a paparoca. Por entre, felizmente era só um, Benfiquistas sofredores (5) lá fizemos a janta. É evidente que uns (5 e 6) ajudaram mais que outros (8, 9 e 10) mas o importante era mesmo comer.

Honra seja feita ao Pedro (7), estava tudo fantástico. Fica bem patente nas fotos. Das amêijoas of the fighting duck (11 e 12) à manteiga de coentros (13), passando pela saladinha com alcaparras e balsâmico (14), pelos naan’s (15) ou pelos carppaccios (16), todos acompanhados com pão rústico. Da Grécia vieram ainda o molho de batata e colorau e as almôndegas (17) (acreditem que estas são boas – fizeram-me mesmo esquecer a cantina do ciclo). Era suposto ainda comer uma pasta, que seria o prato principal, mas os estômagos já estavam cheios. As mines começavam a fazer estragos e a impor a sua lei. Antes se beba que se coma.

Depois foi a cavaqueira do costume. As conversas de quem, por força da vida que levamos (obviamente, mais eles que eu) há muito não se vê. Fomos falando e entrámos na cartada. Do piorio, nunca vi um jogo com tanto caos, introduzido pelo Pedro e levado ao extremo pelo Lé. Até às 8. Sim, estes otários, eu incluído, estiveram até às 8 a conversar e a bater cartas. Quanta insanidade.

Hoje acordámos cedo e almoçámos outra vez lindamente. Agora vamos arrumar a trouxa e zarpar para a cidade. Amanhã há quem trabalhe…