5 de outubro de 2007

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3 comentários:

jorge c. disse...

Emma Pollock e Puzzle muito banais.
Jonquil ouvi mal mas irritou-me mania de Kelly Family do Indie e o aproveitamento do fenómeno Arcade Fire.
Esta década é provavelmente a mais monótona em termos musicais, embora alguns nos queiram convencer que não, patrocinando a ideia de que o que é novo é bom - o que está completamente errado. Nem tudo o que é novo é bom. Neste caso é chato para caraças.
Por muito que me custe dizer é no rock que isto se nota mais. A electrónica está, nos dias de hoje muito mais bem servida. Mesmo a nível de adeptos, que parecem ter mais critérios de selecção e não serem tão vítimas da moda de circunstância.

GRaNel disse...

Eu limitei-me a sugerir três temas/intérpretes. Não lhes teci qualquer comentário. Está implicito que gosto da música, óbvio, caso contrário não a traria para o blog.
São intérpretes que estão na linha do independente e do alternativo. DUas palavras que fazem comichão nos ouvidos do dinossauro do rock Jorge c. Para uma pessoa que parou algures nos oitentas, se é que lá chegou, acredito que seja complicado ouvir estas novas sonoridades. Ao contrário do que diz, Emma Pollock e Puzzle não são banais. Fazem música que outros já exploraram mas fazem-no com qualidade. Quanto a Jonquil nem vou comentar. Nem são parecidos com Arcade nem têm influências de Kelly Family. Um acordeão lá no meio não é necessariamente sinónimo de colagem. Mas enfim, para quem gosta do rock arcaico acredito que tudo o que está para além da bateria, baixo e guitarra soe igual...

Espreitem e comprovarão tudo o que aqui afirmei.

jorge c. disse...

Granel, mais uma vez a sua argumentação é um vazio.
Adoro esse rock arcaico de que fala. Mas o meu comentário vai muito para além disso.
Claro que Granel foge como o diabo foge da cruz.
Eu limitei-me a dar uma opinião que o Granel não sabe respeitar porque é um pequeno Mao! Até na altura são parecidos.