4 de julho de 2007

A (caixa de) cereja(s) no topo do bolo

Chamem-me burro, chamem-me mesmo muito burro. Esqueçam tudo o que escrevi sobre Arcade. Esqueçam mesmo que escrevi sobre Arcade.

São bons, são muito bons.

Recebidos por uma organização taxativa e escrupulosamente cumpridora de horário. Concertos a horas, intervalos a cooperarem, fomos andando até ao grande momento da noite (esperado só por alguns). Arcade surpreendeu e agarrou o público. Teve a irreverência de tocar “No Cars Go” como segunda música e não decaíram. Cheios de energia e distribuidores de “arrepios de galinha” foram caminhando por “Neon Bible” e, a espaços, por “Funeral”.
Em duas palavras, imperdivel (é favor repetir imperdivel).

(quem esteve no Parque Tejo vê mais nítido... lol. Os outros podem ver maior, basta clicar)

3 comentários:

Marta Araújo disse...

Já que insistes aqui vai: "Burro!" lol

As opiniões são unânimes. Portanto terá sido, sim senhor e sem margem para dúvidas, um grande concerto.

No entanto isso, e digo eu, não impede de se ter esperado melhor no que diz respeito ao video do "No Cars Go". Uma coisa é uma coisa e outra coisa é outra coisa. Mas é só a minha opinião :D (isto a propósito do teu "esqueçam o que escrevi sobre Arcade")

Rui Spranger disse...

pois, pois, eu acho mesmo melhor esquecerem o que escreveste.
Adoro ter razao!!!! :P

otília disse...

Ouvi, Arcade – “No Cars Go”, pela primeira vez, dentro de um carro (um 147 ?), com a vertigem da velocidade… não conhecia - foi paixão à primeira !
A música destes senhores contagia, não só pela sonoridade como pela energia e em palco…
Tudo isto para dizer, indescritível a sensação de ouvir ao vivo “No Cars Go”, muito para alem da vertigem… Obrigada, adorei!!!!!!