26 de setembro de 2007

A Travessa

A Travessa é um restaurante no Bairro da Madragoa, que situado num antigo convento. Instalado numa das alas, ocupa ainda parte do pátio interior com uma esplanada bastante agradável. Inspirado na cozinha belga e tradicional, com toques de nouvelle cuisine é um sítio de passagem obrigatória para os amantes da boa comida.

Um staff novo e extremamente simpático conduz-nos pelas entradas enquanto escolhemos o prato principal. Experimentámos o carpaccio de bacalhau, os pimentos padron, as ovas de peixe-galo com balsâmico, secretos de porco preto laminados e queijo de ovelha panado com doce de abóbora. A apresentação era divinal mas o que definitivamente nos prende é o seu apurado sabor.

Para prato principal andámos entre carne de Touro Bravo, Tamboril flamejado e Peixe-galo com cogumelos selvagens (a minha escolha). Tudo acompanhado por batata salteada em azeite, legumes salteados, puré de nabo, esparregado e arroz selvagem.

A sobremesa foi comum. Fruta laminada combinada com um misto de doces. Creme de cassis, mousse de figo, bolo de chocolate com amêndoa, praliné de chocolate e sorbet de queijo com abóbora.

A carta dos vinhos não é muito extensa mas encontram-se boas hipóteses. A nossa escolha foi para o Vale Dona Maria branco 2006 e para o Campo Ardosa 2004. Nos champagnes as opções são ainda mais reduzidas, apenas dois, na batalha saiu vencedor o Moet brut imperial.

Quanto a preços, é classificado pelo Essential Guide of Lisbon como classe 4 (dos 90 aos 110) mas é possível comer por menos. A nossa refeição, sem nos privarmos, é a prova.

Se puderem dêem lá uma saltada. Não se arrependerão certamente...

9 comentários:

lu disse...

Ao ler este texto, deparo-me num adjectivo sem sentido para qualificar a apresentação do prato - divinal ???, e vários erros ortográficos.
Caro blogamigo, repare no seguinte:
Granel não comete erros ortográficos nestes posts mais do que elaborados e que são revistos no mínimo 5 vezes.
Ele está perturbado. E eu sei o motivo! O Porto foi a Fátima e perdeu.
Granel nunca mais será o mesmo...

jg disse...

Os Police deram em tainada...

Rogério Oliveira disse...

Ainda bem que fomos À Travessa, olha se tínhamos ido ao Tia Alice a Fátima!!!

smartdrink disse...

e sande de torresmos havia?

filinto disse...

Pode parecer offtopic, mas o facto de teres sobrevivo ao concerto dos Police é um bom sinal.

GRaNel disse...

Cara lu,

o facto de O Blog do GRaNel não exercer censura sobre os comentários, não lhe dá o direito de escrever as palermices que escreve. Quanto aos adjectivos, são escolhidos por mim. E fundamentalmente, para me agradar a mim. Se não gosta não leia. Tem variadissimos blogs que pode ler.

Quanto ao texto e à sua publicação, descobri que tinha falhas na formatação e algumas gralhas. Erros ortográficos não vi e continuo a não ver. Por isso, tenha mais clama na próxima. Acredito que esteja com a pita aos saltos por causa do seu Fátima mas tente descarregar noutro lado...

Marta Araújo disse...

Penso eu de que (esta frase inicial fica em homenagem ao senhor presidente Pinto da Costa, que viu o seu clube portar-se lindamente ontem à noite)...
apesar da escolha do sítio para pernoitar não ter sido a mais brilhante,a decisão para o local do repasto, por seu turno, foi acertadíssima. Excelente escolha.

jorge c. disse...

Já não vou lá há algum tempo.
O staff era feito só de rapariguinhas novas. Muito bonitas e simpáticas. O espaço pertencia a Viviane, uma belga que há muitos anos vive em Lisboa.
Um dos melhores restaurantes de Lisboa.
Havia, para além da carta de vinhos, uma boa carta de cerveja. Com as entradas serviam-se flutes de cerveja que iam aumentando de corpo consoante a entrada que se apresentava. Da mais leve para a mais pesada. Mas isso se calhar era só para clientes que não mandassem ar de parolos de Aguada!
Pensou ela «olha-me estes com dinheirinho para gastar. ai querem beber essa merda? então tomem lá e paguem».

Comeu carninha de Touro Bravo Granel?? Será que esse não veio das «touradas»? Ahhhhhhhhhhhh! Seu amante de touros! Morte! Burn the witch!

jorge c. disse...

Já agora Granel, não quer falar mais na Madragoa? Ou quando fala de Lisboa só fala da 2ª Circular porque em relação ao resto da cidade não tem nada a dizer? Parece-me que sim!
Parolo!